Do Que é Feito Wasabi – Composição, Ingredientes e Cuidados

Wasabi

Entenda do que é feito wasabi, qual é a composição desse ingrediente comum na culinária japonesa, seus ingredientes e cuidados para consumo.

A culinária japonesa parece ter se tornado uma febre no Brasil. Prova disso é quem em diversas cidades é possível encontrar uma série de restaurantes japoneses oferecendo suas versões das delícias da Terra do Sol Nascente.

Mas será que são todos os frequentadores desses estabelecimentos que conhecem a composição, os ingredientes e de onde vêm os alimentos que eles estão consumindo? Por exemplo, você saberia dizer do que é feito wasabi, que pode aparecer para acompanhar o sushi?

Aproveite para conhecê-lo melhor e conferir os benefícios do wasabi para a saúde e boa forma e veja se é verdade que sushi engorda ou pode fazer parte da sua dieta.

O que é e do que é feito wasabi?

O wasabi verdadeiro é uma espécie de pasta moída de uma planta originária do Japão, a Wasabia japonica que faz parte da família da raiz-forte e da mostarda. Da mesma forma que esses condimentos, o wasabi adquire o seu sabor afiado e picante da raiz.

Ela oferece ao consumidor uma espécie de ardência curta e doce, que viaja através dos seios nasais e inflama os sentidos. Para você ter uma noção da intensidade do aroma do wasabi, cientistas japoneses começaram a trabalhar em um alarme contra incêndio para pessoas surdas que leva o perfume do wasabi, com o objetivo de acordar rapidamente aquelas que se encontrem em sono profundo.

Em alguns restaurantes japoneses tradicionais, a planta fresca do wasabi é ralada fresca, formando pasta. O wasabi libera uma série de vapores picantes quando ralado, o que deve ser feito logo antes da pasta ser servida, tendo em vista que a planta perde o seu perfume dentro de minutos depois de ter sido ralada.

O problema é que as verdadeiras raízes de wasabi são difíceis de ser cultivadas e podem ser um tanto quanto caras. Então, a alternativa para os restaurantes japoneses que não conseguem servir o wasabi verdadeiro é substituir o autêntico por uma combinação entre mostarda, raiz-forte e corante alimentar.

Por sua vez, a raiz-forte cresce mais rápido e maior do que a Wasabia japonica, ao mesmo tempo em que tem custos de produção mais baratos.

Enquanto a picância da mostarda e da raiz-forte são oriundas das mesmas substâncias químicas que o wasabi, o corante alimentar concede a tonalidade verde-claro que pode enganar muito gente.

Entretanto, quem já experimentou o verdadeiro wasabi pode perceber a diferença: o wasabi falso é dono de um sabor ligeiramente mais acentuado, e o verdadeiro apresenta um sabor suave.

Cuidados com o wasabi

Agora que já vimos do que é feito o wasabi – tanto o verdadeiro quanto o substituto – e conhecemos a sua composição e os seus ingredientes, chegou a hora de conhecermos alguns cuidados que o seu consumo exige.

Não se deve tentar consumir porções grandes de wasabi de uma única vez porque isso pode ser fisicamente doloroso.

De acordo com informações do site WebMD, é aconselhável que as mulheres grávidas e as mulheres que se encontram no período de amamentação evitem usar o wasabi porque não existe uma quantidade suficiente de informações confiáveis a respeito do uso da planta na gestação ou amamentação.

A publicação também apontou que devido ao fato de poder
desacelerar a coagulação sanguínea, pelo menos teoricamente, o wasabi pode
aumentar o risco de sangramento nas pessoas que sofrem com distúrbios
hemorrágicos.

Justamente pelo fato de poder desacelerar a coagulação sanguínea e, pelo menos teoricamente, poder provocar muito sangramento durante uma cirurgia, é que deve-se parar de usar a planta na forma de medicamento no mínimo duas semanas antes da data marcada para a realização de um procedimento cirúrgico.

Sobre a raiz-forte, a publicação afirmou que a planta possui uma substância que é extremamente irritante ao revestimento da boca, garganta, nariz, sistema digestivo e trato urinário. A planta pode provocar efeitos colaterais como perturbação no estômago, vômito com sangue e diarreia, além de ter sido associado ao efeito de reduzir a atividade da glândula tireoide, completou o site WebMD.

O uso oral da raiz-forte por parte de crianças com menos de quatro anos de idade é considerado provavelmente inseguro porque pode provocar problemas no trato digestivo, advertiu a publicação. Por poder ser irritante e tóxico, também considera-se provavelmente inseguro o consumo oral da raiz-forte em grandes quantidades para as mulheres que estão grávidas ou no período do aleitamento.

A tintura de raiz-forte também pode ser perigosa quando utilizada regularmente ou em quantidades elevadas para as futuras mamães porque pode provocar um aborto.

Por conta da possibilidade de irritar o trato digestivo, a
raiz-forte não deve ser usada por pessoas que sofrem com úlceras estomacais,
úlceras intestinais, doença inflamatória intestinal, infecções ou outros
problemas de saúde que atinjam o trato digestivo, ressaltou o site WebMD.

Ainda de acordo com a publicação, existe uma preocupação de que a raiz-forte possa aumentar o fluxo de urina, o que poderia ser um problema para os pacientes que sofrem com problemas nos rins. Por isso, recomenda-se que essas pessoas evitem o uso da planta.

Fontes e Referências adicionais:

Você já sabia do que é feito wasabi? Consome com frequência em restaurantes japoneses? Comente abaixo!

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