Por que é uma boa ideia usar o Funcional para reabilitação de lesão?

O Conteúdo

Imagine a seguinte situação: um aluno seu sofre uma lesão por movimentos repetitivos durante uma corrida de rua. Por isso, ele pretende largar sua aula de Treinamento Funcional por medo de que as ela possa piorar a lesão. Mas será que isso é realmente necessário? Provavelmente não, já que você pode utilizar o Funcional para reabilitação de lesão e até mesmo para a prevenção desses quadros.

Por isso, é relevante aprender mais sobre como usar o Funcional para reabilitação de lesão de seus alunos; isso porque ele é uma metodologia muito eficiente. Neste texto, você também aprenderá como utilizar exercícios de Funcional para reabilitação de lesão e como melhorar os movimentos funcionais do aluno.

Quer saber sobre tudo isso e começar a atender ainda melhor seus alunos e pacientes? Então continue lendo!

Como acontecem as lesões?

Ninguém se move para ocasionar intencionalmente uma lesão. Na verdade, boa parte das pessoas morrem de medo de se lesionar. Apesar disso, pouquíssimas pessoas realizam um trabalho de prevenção eficiente.

Isso porque não são só os acidentes e traumas que causam o problema. Alguns fatores criam risco de lesões, especialmente quando existem movimentos repetitivos envolvidos. Podemos citar exemplos como:

  • Desequilíbrios musculares;
  • Compensações no movimento;
  • Padrões de movimento errado;

Boa parte desses problemas poderiam ser evitados com um trabalho de prevenção ou até mesmo um acompanhamento durante a atividade física, como veremos na sequência. Nesse sentido, podemos dividir as principais lesões que encontramos nos Studios e espaços de Treinamento Funcional em dois tipos abrangentes:

  • Traumáticas;
  • Atraumáticas;

Diferenças entre lesões traumáticas e atraumáticas

Os nomes são bem auto explicativos. As lesões traumáticas costumam estar relacionadas a quedas, acidentes e acontecimentos similares. Se você trabalha com alunos lesionados, deve atender bastante gente que passou por situações assim.

Temos alguns alunos que estão em especial risco de sofrer quedas; eles são, principalmente, idosos e mulheres após a menopausa. O principal motivo são as alterações causadas pelo envelhecimento. Nesse caso, em especial, o que tem maior efeito é a perda de movimentos funcionais, a sarcopenia.

No caso das mulheres, ela também é associada a maior incidência de osteoporose. Isso por causa da chegada da menopausa e alterações hormonais que acompanham essa fase.

Ao trabalhar com alunos de grupos de risco, você já deve começar seu programa de exercícios com um trabalho preventivo voltado às características específicas do seu aluno. Lembre-se: uma avaliação postural completa é bastante importante para poder direcionar o trabalho preventivo de forma correta.

Esse cuidado se aplica mesmo aos alunos que praticam Funcional por outros motivos: buscar estabilização e prevenção é necessário em qualquer caso. É muito mais fácil prevenir traumas nesse público do que reabilitá-los. E o processo de reabilitação pode ser bem longo e doloroso.

As lesões atraumáticas, por sua vez, geralmente ocorrem como resultado de compensações e desequilíbrios que colocam as estruturas corporais sob estresse ao longo do dia ou de atividades esportivas e de lazer. Esse maior estresse da articulação ou área envolvida pode resultar em uma lesão.

Indivíduos que praticam atividades físicas sem supervisão apropriada, por exemplo, estão bastante propensos a esse tipo de lesão. Isso porque eles não possuem um profissional que consiga corrigir suas compensações de movimento. Outros fatores que levam a lesões atraumáticas incluem movimentos repetitivos. Por isso, elas podem estar relacionadas a patologias comuns no ambiente de trabalho.

As dificuldades impostas pelas lesões

Assim que um indivíduo sofre uma lesão, ele começa a passar por diversas dificuldades. A primeira delas pode ser considerada a perda de movimentos e de independência. Vejamos um exemplo bem fácil de entender: uma fratura.

Essa fratura causará dor e limitações que impedem o movimento. Para se recuperar, o paciente ainda ouvirá do médico: “Você precisa de X meses de repouso”. Ou seja, ele vai perder ainda mais movimentos funcionais durante sua reabilitação.

Diante de um cenário como esse, conseguimos observar outro problema: enfraquecimento muscular na área lesionada. Como o aluno está sem se mover, ele deixará que suas musculaturas percam força e tenham dificuldade de estabilizar a região.

Ao reabilitar um paciente com lesões, independentemente de serem traumáticas ou não, teremos um grande número de compensações. O motivo é a necessidade de movimentos do corpo. Mesmo sem poder mover um pé fraturado, por exemplo, o aluno encontrará uma maneira de se locomover.

Assim surgem compensações musculares e estruturas tensionadas pelo movimento errado, além da pessoa desenvolver padrões de movimento que posteriormente precisarão ser alterados. Por isso, podemos considerar que o processo de recuperação é longo, indo desde o início do tratamento da lesão até a recuperação dos movimentos.

Enquanto tentamos melhorar a região lesionada, também precisaremos tomar cuidado para prevenir novas lesões.

Fatores necessários para um bom uso do Funcional para reabilitação de lesão

Ao falar em reabilitação de lesão, é importante saber o que caracteriza uma boa reabilitação. Em primeiro lugar, você deve buscar melhora na qualidade de vida do paciente. Uma lesão é um fator traumático que rouba dessa pessoa seus movimentos e, portanto, diminui sua qualidade de vida.

Chegando ao final da reabilitação, ela deve recuperar sua capacidade de realizar as atividades diárias que realizava anteriormente. Para isso será preciso:

  • Melhorar o desempenho muscular;
  • Recuperar mobilidade articular e amplitude de movimento;
  • Ensinar habilidades funcionais;
  • Recuperar a função da área lesionada;
  • Auxiliar no retorno às atividades da vida diária;

Sem conseguir atingir esses objetivos, você dificilmente poderá considerar uma reabilitação bem sucedida. Mas não existe só uma modalidade que pode ajudar a atingir esse resultado. Então por que deveríamos aplicar o Treinamento Funcional para reabilitação de lesão, especificamente? É o que veremos logo.

Existem outros aspectos que também devem ser lembrados na hora de trabalhar com alunos lesionados. Eles provavelmente estarão passando por um evento traumático em suas vidas, especialmente se passaram por acidentes ou lesões graves. Por isso, o aluno precisará também recuperar sua saúde psicológica, o que exige uma equipe multidisciplinar para a reabilitação completa.

Sendo assim, leve em consideração que um aluno pode desenvolver sequelas após uma lesão e perder a amplitude de movimentos. Isso é especialmente comum entre aqueles que não receberam uma reabilitação adequada. Portanto, o profissional do movimento deve planejar suas aulas de Funcional e todo o processo de reabilitação de lesão cuidadosamente.

Fases da reabilitação

Assim que o aluno sofre uma lesão, o primeiro profissional que ele procurará provavelmente será o médico. Portanto, podemos considerar que a primeira fase da reabilitação é identificar o problema e suas implicações.

Durante essa primeira fase é provável que nosso aluno entre em contato somente com o médico, que auxiliará no diagnóstico. Apesar disso, nós já conseguimos começar a atuar para garantir sua recuperação.

Logo após a identificação da lesão, o aluno deve finalmente entrar em contato com os profissionais do movimento. Isso inclui fisioterapeutas e instrutores de Treinamento Funcional.

Nossa intenção neste primeiro contato com o paciente lesionado é simples: prevenir a dor e piora do quadro. Isso quer dizer que devemos focar em exercícios e trabalhos que ajudem a aliviar musculaturas tensionadas sem influenciar na área da lesão. Mas por que começar a trabalhar dessa maneira?

Bem, se com dor a pessoa nem tem coragem de levantar da cama, imagine fazer uma aula de Treinamento Funcional. Se você realmente quer recuperar a lesão nesse aluno, precisará ajudar a diminuir a dor antes. Para isso, utilizamos uma variedade de métodos e técnicas. Você pode escolher aquela com a qual está mais familiarizado.

Também deve-se usar, nessa fase, exercícios que ajudem a proteger a área lesionada para que seu quadro não piore. Assim, temos que alguns trabalhos de fortalecimento serão indicados nessa fase de acordo com o caso. Conforme a lesão estabilizar e não existir mais risco de piora na condição do paciente, precisamos começar com a próxima fase.

Parte 1: Recuperar os movimentos

A reabilitação de lesão está muito ligada à recuperação de movimentos funcionais. Eles são os primeiros a desaparecerem num corpo que está sujeito à dor aguda.

Assim, devemos começar com o trabalho para melhorar esses movimentos logo que a dor for controlada. Repetindo que, se o aluno estiver sem ou com menos dor, conseguirá realizar uma variedade muito maior de exercícios.

Nessa fase devemos focar em exercícios que auxiliem a realização de atividades da vida diária – e você também deve estar ciente que não precisa focar somente na região lesionada.

Um aluno que sofreu lesão no joelho, por exemplo, provavelmente se beneficia de um trabalho de membros superiores. Com musculaturas dos membros superiores fortalecidos, ele conseguirá realizar a transferência da cadeira de rodas sozinho, por exemplo.

Também é importante usar essa fase para fortalecer musculaturas na região lesionada. Um joelho lesionado, por exemplo, precisa de musculaturas estabilizadoras fortes para conseguir se mover.

Portanto, essa fase provavelmente terá um número grande de exercícios específicos, o que é característico do Funcional para reabilitação de lesão. E isso não é um problema, já que esses movimentos ajudam a introduzir exercícios globais e mais complexos ao longo da reabilitação.

A progressão de um aluno lesionado deve sempre ser gradual. Não é porque a dor desapareceu que ele está apto a voltar a suas atividades físicas como antes. Precisaremos, antes, nos livrar de todas aquelas compensações que ele desenvolveu, fortalecer e estabilizar as articulações e devolver seus movimentos.

Parte 2: Fortalecimento e controle motor

Conforme o paciente fortalece suas estruturas, precisaremos introduzir uma variedade maior de estímulos em nossas aulas. Aos poucos, comece a estimular o controle motor do indivíduo e também a recuperar seu equilíbrio e flexibilidade.

É provável que ele tenha perdido boa parte de suas habilidades funcionais durante o período de repouso. Por isso, para que ele consiga se reintroduzir na vida diária sem problemas ou riscos, devemos usar os exercícios de Funcional para reabilitação de lesão adequados.

É aqui que começaremos a frisar a importância do Funcional para reabilitação de lesão. Assim, começo avisando que o Funcional tem tudo que um aluno lesionado precisa para voltar à sua vida normal, como descrito a seguir.

Benefícios do Treinamento Funcional para reabilitação de lesão

Para compreender esses benefícios, precisamos primeiro pensar nas habilidades que os exercícios funcionais trabalham.

  • Força muscular;
  • Resistência cardiorrespiratória;
  • Resistência muscular;
  • Flexibilidade;
  • Agilidade;
  • Potência muscular;
  • Equilíbrio estático e dinâmico;
  • Estabilidade;
  • Coordenação motora;

Agora, me responda: existe ali alguma característica que não devemos trabalhar em alunos lesionados?

Tenho certeza que não. Após uma lesão, trabalhos que incluam todas essas habilidades serão um diferencial para o retorno rápido e eficiente às atividades rotineiras. Por isso, podemos perceber que o Funcional para reabilitação de lesão é uma ótima modalidade.

Você lembra do que comentei anteriormente, que corrigir desequilíbrios musculares é um dos primeiros passos para evitar uma lesão? Então saiba que essa também é uma exigência para conseguir reabilitar seu aluno.

Talvez você tenha medo de usar alguns exercícios de Funcional para reabilitação de lesão com seus alunos. E isso é bom, pois o bem-estar dessa pessoa é sua responsabilidade. Porém, não basta simplesmente excluir um exercício mais complexo da sua aula.

Os exercícios que usamos no Treinamento Funcional para reabilitação de lesão nos ajudam a transferir as habilidades aprendidas em aula para atividades do dia-a-dia.  Por isso, você deve realizar um processo de preparação para que esse aluno esteja pronto para realizá-los sem risco. Assim, durante a preparação, tenha a certeza de usar outros exercícios funcionais ou até versões simplificadas deles.

Propriocepção e flexibilidade no Funcional para reabilitação de lesão

Começarei falando sobre duas características muito trabalhadas no Treinamento Funcional para reabilitação de lesão (e como um todo): a propriocepção e flexibilidade. Além de serem importantes elementos para a prevenção de lesões, elas se tornam essenciais no processo de reabilitação.

Na verdade, sem trabalhá-las o aluno nem pode considerar-se recuperado. Logo você entenderá a importância dessas características e como usar o Funcional para reabilitação de lesão da melhor maneira.

O que é propriocepção?

Esse termo ainda é bastante mal compreendido. Muitas pessoas ainda o confundem com alguns outros termos como:

  • Posição articular;
  • Sensação somática;
  • Equilíbrio;
  • Estabilidade articular dinâmica;

A propriocepção, na verdade, até tem bastante a ver com todos esses termos. Mas, para aplicá-la bem em aula, é bom conhecer um pouco mais sobre o que realmente é a propriocepção; então vamos lá.

Podemos definir propriocepção como um conjunto de informações reunidas ao longo do corpo. Entre seus receptores estão:

  • Articulações;
  • Músculos;
  • Tendões;
  • Outros tecidos;

Após coletadas essas informações, elas se dirigem até o sistema nervoso central (SNC), onde são processadas. A partir daí, o corpo constrói respostas e reflexos aos estímulos captados que influenciarão no controle motor. Isso quer dizer que sem propriocepção o corpo é incapaz de:

  • Controlar postura;
  • Estabilizar-se;
  • Realizar diversos movimentos;

Um dos pontos importantes que precisamos frisar aqui é sobre a ligação entre a propriocepção e estabilidade articular dinâmica. Essa capacidade da articulação de permanecer estável durante o movimento tem praticamente tudo a ver com a propriocepção e também com lesões.

Propriocepção e estabilidade articular

Pensemos um pouco na estabilização da articulação. Essas estruturas possuem mecanismos próprios de estabilização passiva, como os ligamentos. Eles não precisam de uma ativação do sistema nervoso para funcionarem; assim, tornam-se bastante eficientes.

Mas quem disse que só os ligamentos e cápsulas articulares conseguem manter a articulação estável nos movimentos? O corpo também é capaz de utilizar um outro mecanismo de estabilização: os músculos. Eles auxiliam na estabilização articular de maneira ativa e são essenciais para prevenir uma lesão. Da mesma maneira, quando encontramos musculaturas estabilizadoras enfraquecidas estamos com um aluno em risco.

Nessa estabilização muscular, encontramos outro problema: as musculaturas estabilizadoras pelo corpo não fazem seu trabalho de maneira voluntária. Isso significa que nem adianta eu mandar o aluno contrair os paravertebrais durante um exercício. Duvido que você consiga fazer um aluno contrair exatamente essa musculatura só com comandos verbais.

Por estarmos falando de músculos profundos, sua ativação raramente é voluntária. Ela acontece por padrões determinados pelo SNC, e adivinhe como eles surgem: através do uso de informações proprioceptivas, é claro.

Sabendo disso, pense naquele aluno que sofreu uma lesão. Ele provavelmente já possuía problemas proprioceptivos anteriormente que o impediram de estabilizar a articulação. Para recuperar essa região, portanto, precisaremos melhorar sua propriocepção e, consequentemente, estabilização.

Como a lesão influencia na propriocepção?

Deu para perceber o papel importante da propriocepção no corpo, certo? Mesmo que seu aluno tivesse essa característica bem treinada e adaptada, ele ainda assim terá problemas após sua lesão.

O processo lesivo prejudica e muito as habilidades proprioceptivas. A instabilidade gerada pela lesão pode diminuir a credibilidade das informações obtidas pelo corpo antes, durante e após o movimento. Assim, a propriocepção também diminui, levando a um menor controle neuromuscular.

Mas cuidado! Um aluno lesionado está propenso a sofrer novas lesões. Como seu controle neuromuscular está prejudicado, ele cria uma instabilidade que pode ocasionar outros problemas. Por isso, o Treinamento Funcional para reabilitação de lesão é tão importante.

Trabalho de força no Funcional para reabilitação de lesão

Outro trabalho importante proporcionado pelo TF é o fortalecimento. Assim como a propriocepção, a força de diversas musculaturas fica prejudicada após a pessoa se lesionar.

Como vimos, os músculos também fazem parte da estrutura de estabilização do corpo. Com músculos mais fracos, o corpo depende somente das estruturas passivas para estabilizar suas articulações durante o movimento.

Sabe o que isso quer dizer?

Que essa é outra maneira do aluno se lesionar. Muitas vezes, a estabilização passiva proporcionada por ligamentos e outros tecidos é insuficiente. Assim, precisamos trabalhar o fortalecimento muscular para garantir que o aluno tenha um retorno completo a suas atividades.

Como usar exercícios de Funcional para reabilitação de lesão

Os exercícios de Funcional para reabilitação de lesão serão a parte principal do seu trabalho com seu aluno. Se eles não forem apropriados, a pessoa dificilmente retornará a um estado físico similar àquele antes da lesão. Portanto, nunca deixe de estudar com cuidado cada exercício que propõe em aula.

Entre os exercícios de Funcional para reabilitação de lesão, devemos destacar aqueles que servem para melhorar a propriocepção, fortalecer musculaturas e também melhorar o controle motor. E, é claro, tudo isso é possível através dessa modalidade.

Ao usar o Funcional para reabilitação de lesão, é necessário que o corpo seja exposto a sensações diferenciadas que o estimulem a desenvolver capacidades neuromotoras de qualidade. Um bom exemplo disso são os exercícios com instabilidade, tão comuns no TF.

Esses exercícios forçam o corpo a recuperar seu centro de gravidade constantemente e a melhorar sua estabilização muscular e tempo de reação. Mas tome cuidado, pois existem riscos ao usar esses exercícios – especialmente ao trabalhar com um público fragilizado, como é o caso.

Porém, esses riscos são facilmente atenuados se trabalharmos com uma evolução dos exercícios. Por isso, devemos começar com uma posição mais estável (na qual não exista risco de queda ou de nova lesão) e, aos poucos, continuamos até os exercícios mais avançados.

Com essa progressão, também conseguimos recuperar a confiança do paciente ao se movimentar. Lembrando que devemos sempre realizar exercícios que correspondam a movimentos funcionais.

A intenção é usar o Funcional para reabilitação de lesão para ajudar o aluno a retomar suas atividades anteriores. Para isso, é importante que os movimentos sejam transferíveis à vida diária.

Fortalecer musculaturas nas máquinas de musculação provavelmente seria igualmente eficiente nos resultados. Apesar disso, o aluno seria incapaz de utilizar os padrões de movimento criados no dia-a-dia, deixando-o vulnerável.

Conclusão

Como pudemos perceber ao longo do texto, as lesões deixam nosso aluno com movimentos prejudicados, além de causar diversos danos psicológicos. Como profissionais do movimento, devemos sempre estar em busca dos melhores métodos para a reabilitação do aluno.

Por isso, minha recomendação é usar o Treinamento Funcional para reabilitação de lesão para melhorar ainda mais suas aulas. Esses exercícios nos auxiliam a melhorar as capacidades proprioceptivas do aluno, seu controle motor e também fortalecem a musculatura.

Através de seu uso conseguimos ajudar o paciente a voltar da maneira mais rápida às suas atividades. Isso porque os exercícios funcionais utilizam uma variedade de estímulos benéficos à recuperação de lesão.

Já te convenci a usar o Treinamento Funcional para tratar lesões? Espero que sim! Se quiser conhecer mais sobre o TF aplicado a lesões e patologias, você deveria conhecer mais sobre o Treinamento Funcional Terapêutico. Acho que você irá gostar!

E então, o que achou do texto? Comente abaixo!

Apareceu primeiro em Blog Educação Física https://ift.tt/2xWTnJP