Pele ressecada pode causar dermatites e até mesmo infecções bacterianas secundárias

A pele é o órgão responsável pela proteção mais superficial. Através dela temos contato com o externo, o que a expõe a poluição excessiva, sol, e alguns riscos maiores do que para outros órgãos.

A xerose é um ressecamento cutâneo que deixa a pele com o aspecto opaco e esbranquiçado, podendo haver coceiras, descamação e uma pele muito seca.

A exposição ao sol sem protetor solar, poluição, água quente, pouco cuidado diário, não beber a quantidade de água necessária e muitos outros fatores levam ao desenvolvimento da xerose.

A dermatologista e assessora médica da FQM Melora, Dra. Thais Matsuda, explica que a pele seca é mais vulnerável aos agentes externos, como ácaros, fungos, vírus e bactérias.

Então, quando o sistema imunológico identifica algum tipo de invasão desses micro-organismos, ele entra em ação e isso se manifesta sob forma de prurido, a coceira. E, se não houver um estímulo à regeneração da pele que foi agredida pela coçadura, podem surgir lesões, conhecidas como eczema asteatósico e até infecções bacterianas secundárias. 

“Um teste simples, que permite avaliar a desidratação, é fazer uma pequena prega na pele, como um belisco, e verificar quanto tempo ela demora a voltar ao normal. Este retorno ao estado normal deve ocorrer em menos de 2 segundos. Um tempo igual ou superior pode indicar um quadro de desidratação sistêmica mais grave”, orienta a especialista.

Para melhorar esse quadro, é bom usarmos diariamente um bom hidratante que esteja de acordo com a sua pele (consulte um dermatologista). Beba bastante água, faça uso do protetor solar todos os dias e mantenha uma boa alimentação.

Com constância nos cuidados é possível prevenir e mudar o quadro da xerose para que não vire algo mais sério e irreversível.

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